Uma estudante formada em direito foi liberada após ser detida por integrar um grupo criminoso que movimentou R$ 7 milhões. A investigação, conduzida pela Polícia Civil do Amapá, apurou que o esquema utilizava sites falsos para desviar pagamentos de contas de luz.
O delegado Breno da Costa Esteves, da Polícia Civil do Amapá, informou que a jovem tinha envolvimento direto com o líder do golpe durante os seis meses de investigação. A prisão ocorreu entre 2 e 24 de julho, na Penitenciária Feminina de Aparecida de Goiânia.
A defesa da estudante alegou que ela foi vítima de um erro judicial, sustentando que seu nome foi confundido com o de outra pessoa. Contudo, a Polícia Civil do Amapá negou a troca de nomes, afirmando que a prisão foi cumprida contra a pessoa corretamente identificada no procedimento investigativo.
A soltura foi determinada pela juíza Cristiane Moreira Lopes Rodrigues, atendendo a um pedido da defesa. O advogado responsável informou que as próximas etapas incluem a conclusão do inquérito policial para remessa ao Ministério Público.

