O Brasil enfrenta uma guerra híbrida caracterizada por gestos calculados que visam desestabilizar autoridades nacionais. A ameaça de sanções internacionais, a manipulação em redes sociais e o avanço da inteligência artificial configuram os principais vetores de risco para o país.
Um dos aspectos visíveis dessa guerra é a tentativa de desestabilizar o sistema brasileiro por meio de ações pontuais. A simples cogitação de aplicar a Lei Magnitsky contra uma autoridade nacional já gera impacto no sistema bancário e na diplomacia. Além disso, a estratégia de grupos políticos tem se concentrado nas redes sociais, com foco em figuras ligadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e ao Supremo Tribunal Federal (STF).
Os riscos mais profundos envolvem a tecnologia. Existe uma ligação entre grandes empresas de inteligência artificial e o Pentágono, o que levou à restrição de modelos avançados por sua capacidade de romper barreiras de segurança. A vulnerabilidade estratégica também reside na dependência de infraestrutura digital, como nuvem e cabos submarinos.
Outras ameaças incluem a pressão sobre o sistema financeiro por meio de sanções e restrições bancárias, e o uso de tarifas comerciais como ferramenta de pressão política. Campanhas de desinformação em massa, amplificadas por perfis automatizados, apresentam potencial de interferência direta no processo eleitoral.

