Marina Silva afirmou nesta quarta-feira, 29 de julho de 2026, que a definição das suplências da chapa de Fernando Haddad para o governo paulista será feita por um “consenso progressivo” entre os partidos da aliança. A discussão ocorreu no lançamento do Manifesto do Quilombo nos Parlamentos, na Avenida Paulista, em São Paulo.
A frente ampla que apoia Fernando Haddad inclui partidos como PCdoB, PV, PSOL, PT e PDT, todos os quais indicaram suplentes. Segundo Marina Silva, não há divergência entre as indicações feitas pelos partidos. Ela explicou que o processo de “afunilamento” será discutido dentro da aliança.
A chapa de governo conta com Haddad (PT) e Márcio França (PSB) como vice. Para o Senado, além de Marina Silva (Rede), Simone Tebet (PSB) faz parte da composição. O PSOL indicou o vereador de São Carlos Djalma Nery para a disputa senatorial, enquanto o PDT não lançou candidato para as eleições.
Marina Silva detalhou que há quatro vagas de suplência — duas primeiras e duas segundas — e estabeleceu um prazo até o dia 5 de agosto para que o consenso progressivo seja alcançado. Caso as candidatas sejam nomeadas para ministérios em um eventual quarto mandato de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), os respectivos primeiros suplentes assumiriam as vagas.

