Um artigo de Carlos Roberto Schwartsmann analisa o desempenho da seleção argentina em Copa do Mundo, criticando atitudes antidesportivas e o comportamento de torcedores. O autor aponta que, além das falhas em campo, houve manifestações racistas e políticas por parte da torcida.
O autor, médico e professor universitário, relembrou o cenário de colapso financeiro e social da Argentina há quatro anos, quando o país venceu a Copa do Mundo. Atualmente, a nação vive um ajuste econômico com inflação controlada e crescimento do PIB de 3% ao ano, segundo o texto.
Na competição, Schwartsmann criticou a equipe por praticar o antifutebol, exagerando em faltas e jogadas desleais. Ele afirmou que o jogador Messi foi prejudicado, pois não atingiu a meta de maior artilheiro das Copas, e promoveu atitudes antidesportivas, como não responder a um goleiro de Cabo Verde.
O texto também abordou o comportamento da torcida, que foi flagrada com comentários racistas contra africanos. Além disso, os torcedores misturaram esporte com política, exibindo faixas que desafiavam os ingleses. O autor concluiu pedindo reflexão sobre a imagem do país no cenário internacional.


