Repórteres passaram a noite no Castelo de Fugiré, localizado no oeste da França, para investigar a fama de local assombrado. A experiência começou com desconforto de um taxista e culminou em pernoite em quartos ligados a lendas locais.
Os proprietários do castelo, Véronique e François, afirmam conviver com entidades que denominam “Invisíveis”. Um dos repórteres dormiu em um cômodo que, segundo os donos, pertencia a um homem falecido no local. O outro dormiu no “quarto do Cavaleiro”, apontado como ponto de interesse para investigadores paranormais.
Antes de dormir, os jornalistas percorreram os corredores e ouviram relatos sobre antigos moradores. Apesar do clima de tensão, nenhum fenômeno foi registrado durante a madrugada. Um dos repórteres comentou que o que o incomodava mais era o tamanho de uma aranha encontrada.
Véronique declarou que a experiência não deve ser vista como atração de terror. Ela afirmou acreditar em uma realidade invisível e disse que o castelo precisa ser tratado com empatia e respeito, mantendo vivas as histórias de sua longa história.


