Yolanda Díaz foi proposta pelo governo para a Organização Internacional do Trabalho. A indicação levanta suspeitas de que o movimento seja uma recompensa pela postura do partido Sumar frente aos escândalos do PSOE, especialmente após a condenação de um ex-ministro.
Alguns analistas sugerem que a nomeação pode ser um reconhecimento pela forma como o Sumar foi diluído como sócio do Executivo. O texto aponta que o partido já apresentava dificuldades antes da chegada ao governo.
Contudo, o debate se estende à lógica dos chamados ‘ministros-trampolim’. Essa dinâmica, segundo a análise, pode estar se tornando problemática, e isso não se restringe apenas ao caso da vice-presidenta Díaz.


