O ministro da Fazenda, Dario Durigan, sinalizou ao mercado financeiro que o governo avalia reduzir o ritmo de crescimento do teto de gastos do arcabouço fiscal. A mudança, discutida em conversas de bastidores, sugere que o limite atual de 2,5% acima da inflação poderia cair para algo entre 1,5% e 2%.
Dario Durigan tem buscado transmitir ao mercado financeiro que o governo está analisando uma alteração no arcabouço fiscal. A sinalização ocorre em meio a questionamentos sobre a política fiscal vigente e sobre o futuro econômico do mandato presidencial.
Atualmente, o limite de gastos estabelecido pelo arcabouço fiscal é de 2,5% acima da inflação. Segundo o ministro, essa meta poderia ser ajustada para um patamar entre 1,5% e 2%.

