A ausência de um site dificulta a citação de candidatos em ferramentas de inteligência artificial e buscadores como o Google, segundo especialista em SEO. Com as eleições de 2026 marcadas para 4 de outubro, a presença digital se estabelece como requisito básico de campanha.
A forma como o eleitor busca informação hoje exige que os candidatos tenham conteúdo indexado na internet. Ferramentas de inteligência artificial e buscadores dependem desse conteúdo para responder sobre propostas e trajetórias políticas. O site funciona como centro da estratégia de marketing político, consolidando histórico e propostas exigidas pela legislação eleitoral.
As regras do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) permitem que candidatos divulguem informações em sites e blogs pessoais, desde que os endereços estejam registrados na Justiça Eleitoral. Além disso, artigos otimizados sobre temas como saúde e economia ajudam a posicionar o candidato como referência, sem depender apenas do alcance orgânico das redes sociais.
A estratégia digital também envolve a escolha das plataformas de anúncio. A especialista afirma que apenas a Meta permite anúncios de política pagos no Brasil, visto que Google Ads, YouTube e TikTok não aceitam impulsionamento pago para esse fim. A regulamentação de IA também exige que conteúdo sintético em campanha tenha identificação clara de sua origem.

