O prefeito de Nova York fez declarações fortes contra o primeiro-ministro israelense, classificando-o como “criminoso de guerra e arquiteto de um terrível genocídio contra o povo palestino”. A postura gerou controvérsia e foi associada a um atentado na cidade, onde um judeu e um homem de origem asiática foram esfaqueados.
Após a declaração, um agressor esfaqueou um judeu e um homem de origem asiática na cidade, gritando “Allahu Akbar”. Lideranças judaicas locais ligaram o atentado ao clima de hostilidade criado pelo prefeito. Posteriormente, o gestor municipal esclareceu que a ameaça de prender o líder israelense estava fora de suas atribuições legais, pedindo que o governo federal cumpra mandados do Tribunal Penal Internacional (TPI).
Analistas apontam que o prefeito mantém uma postura ativista anti-Israel, adaptando seu discurso ao público. Críticos argumentam que essa conduta contribui para um ambiente de crescente hostilidade à comunidade judaica. O líder israelense manifestou preocupação com o comportamento do prefeito, afirmando que ele “está fomentando o ódio” entre os moradores da cidade.
A retórica do prefeito, que defende o movimento Boicote, Desinvestimento e Sanções (BDS) contra Israel, alimenta a percepção de que o ambiente na cidade se tornou mais permissivo à violência para parte da comunidade judaica. Especialistas apontam que o gestor não foi eleito para conduzir a política externa dos Estados Unidos.


