O número de mortes confirmadas pelo terremoto de magnitude 7,1, que atingiu o sul do Japão na última quarta-feira (28), subiu para 34, conforme relatório oficial da Província de Kumamoto. A catástrofe forçou 9.450 moradores a deixarem suas casas e causou interrupções generalizadas em serviços essenciais.
A rede de saúde prestou atendimento a pelo menos 66 feridos, segundo o relatório. Destes, 5 estavam em estado grave, 39 sofreram ferimentos moderados e 22 tiveram lesões leves. Outras 20 pessoas aguardam classificação de gravidade dos ferimentos.
A devastação resultou no abandono de residências por 9.450 pessoas, que foram distribuídas em 406 abrigos temporários em 28 municípios. A cidade de Uki registrou o maior número de desabrigados, com 2.827 pessoas, enquanto Kumamoto acolheu 1.014.
A infraestrutura foi severamente afetada: cerca de 79.700 casas estão sem água encanada, levando o governo a ativar 79 postos móveis de distribuição de água potável. Além disso, 18.910 pontos de consumo ficaram sem energia devido a danos nas linhas de transmissão e subestações.
Em nota, a primeira-ministra Sanae Takaichi agradeceu o apoio internacional recebido após o terremoto. Ela expressou gratidão pelas mensagens de condolências de líderes de diversos países, incluindo o presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva.

