A economista Marina Helena foi cotada para compor a chapa de Flávio Bolsonaro como vice-presidente da República. A candidata, filiada ao Partido Novo, enfrenta resistência da legenda, que exige que ela abra mão de sua candidatura própria ao Planalto. A investida do PL busca um perfil técnico e feminino para a vice.
Marina Helena, economista formada pela Universidade de Brasília (UnB), ganhou força junto à direção do PL e à campanha de Flávio Bolsonaro. Ela possui experiência em instituições financeiras como Itaú e Bradesco e atuou no governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), na Secretaria Especial de Desestatização, Desinvestimento e Mercados do Ministério da Economia, pasta comandada por Paulo Guedes.
Apesar do interesse do PL, a candidata esbarra em seu partido. Para que Marina Helena seja vice de Flávio Bolsonaro, o Novo teria que abrir mão de sua própria candidatura ao Planalto. Em nota, a assessoria da economista confirmou que ela recebeu contatos informais sobre a possibilidade de ser vice, mas reforçou que sua prioridade absoluta é a candidatura à Câmara dos Deputados pelo Novo.
Flávio Bolsonaro busca uma parceira feminina para a chapa, critério que ele afirmou seguir em eventos públicos. Outros nomes especulados para a vice incluem Daniella Marques, Simone Marquetto, Julia Zanatta e Bia Kicis. Contudo, a possibilidade de apoio do Novo a Flávio no primeiro turno é considerada remota por integrantes da legenda.


