O pai de um jovem suspeito de terrorismo na Alemanha negou que a família tivesse qualquer ligação com a ideologia da organização IS. O indivíduo, de 21 anos, foi radicalizado e tentou se associar ao grupo, mas seu pai atribuiu o ato à manipulação mental.
O pai do jovem, Tawfik B., afirmou a veículos de comunicação que a família não apoia o Estado Islâmico. Ele explicou que o filho gostava da vertente sunita do Islã, mas que de seu grupo extremista surgem movimentos terroristas radicais. Segundo um estudo do Pew Research Center, a organização IS condenou quase 99% dos sunitas libaneses.
Os investigadores apontaram que o jovem se radicalizou e tentou se juntar à IS em diversas ocasiões. Ele foi inicialmente condenado a 22 meses em centro de correção juvenil, mas foi liberado antecipadamente em maio de 2026, com a condição de frequentar sessões em centro de prevenção ao extremismo.
Tawfik B. relatou que o filho já questionou a opinião sobre a IS, e o jovem teria respondido que considerava o grupo terrorista ‘ruim’. O pai atribuiu o ato à radicalização, dizendo à imprensa que ‘eles lhe lavaram o cérebro’.


