Goiânia e Aparecida de Goiânia são as cidades com maior número de registros de acidentes envolvendo pipas na rede elétrica em Goiás. Em 2025, foram contabilizados 1.002 casos no estado, que resultaram em choques, curtos-circuitos e interrupções no fornecimento de energia, segundo a Equatorial Goiás.
A Região Metropolitana de Goiânia concentra 51,31% das ocorrências estaduais. Dentre os municípios, Goiânia registrou 23% dos casos, seguida por Aparecida de Goiânia com 19% e Senador Canedo com 4%. A atividade de soltar pipas possui regulamentação, estabelecida pela Lei Estadual nº 7.469/2024, que visa prevenir riscos.
A legislação proíbe o uso de linhas cortantes, como cerol ou linha chilena, que contêm materiais como pó de vidro e limalha de ferro. O descumprimento das regras pode gerar multas; a Lei Estadual nº 7.469/2024 prevê penalidades de até R$ 5 mil para pessoas jurídicas pelo uso ou venda dessas linhas alteradas.
Em situações de contato da pipa com a fiação, a orientação é não tentar remover o objeto, mas sim soltar a linha imediatamente. Caso haja queda de energia ou choque, deve-se acionar a Equatorial Goiás, que disponibiliza canais de atendimento 24 horas, como o número 0800 062 0196.

