A Espanha venceu a final da Copa do Mundo contra a Argentina por um gol inesperado na prorrogação. A equipe espanhola, que criou dezesseis chances perigosas, marcou a diferença aos 50 segundos do segundo tempo da prorrogação, garantindo o título.
Apesar de ter sido superior em chances, a seleção de Luis de la Fuente encontrou a vitória na prorrogação. O jogo, que teve um desequilíbrio defensivo no meio-campo devido à expulsão de um jogador argentino, foi decidido por um lance específico.
O gol ocorreu após um cruzamento alto. Um empurrão de um lateral espanhol, com a intenção de desorganizar um jogador adversário, beneficiou o atacante. O jogador adversário dominou a bola de cabeça e Ferrán Torres marcou de canhota. A análise tática aponta que a soma de vários detalhes, e não um único fator, definiu o resultado.
A equipe argentina jogava com dez jogadores, e o técnico Scaloni havia feito substituições que geraram desgaste. A defesa espanhola, formada por cinco jogadores, teve dificuldades em acompanhar a dupla de atacantes, o que permitiu que o lance decisivo ocorresse.


