O descontrole no registro de jornada de trabalho deixou de ser um problema pontual para se tornar um risco estrutural nas companhias brasileiras. Em 2025, horas extras e verbas rescisórias lideraram as ações trabalhistas, respondendo por 25,7% dos processos registrados, segundo levantamento da empresa de dados judiciais Predictus.
O passivo trabalhista se forma de maneira silenciosa, muito antes de chegar ao Judiciário, afirma Raphael Gonçalves, diretor de projetos e suporte da SISQUAL®WFM. Ele explica que, além do custo direto com adicionais e reflexos, esse descontrole gera valores muito superiores ao que seria gasto com um controle de jornada adequado.
Os erros de gestão mais frequentes incluem a falta de padronização no registro de ponto e a ausência de regras trabalhistas nos sistemas. Gestores, pressionados por metas, podem autorizar extensões de jornada sem visibilidade do impacto acumulado, criando um passivo que só se materializa judicialmente.
Soluções de Workforce Management (WFM) automatizam o controle da jornada, integrando normas trabalhistas à rotina operacional. O monitoramento contínuo transforma a gestão de reativa em preventiva, permitindo que gestores recebam alertas antes que o desvio se torne um custo ou risco consumado.

