Sistemas frontais estão gerando fortes chuvas, ventos e mar agitado no Chile e no Rio Grande do Sul. No Chile, dez das dezesseis regiões está em estado de emergência desde segunda-feira (13) devido ao sistema, que deve persistir até o dia 21. No Brasil, o Instituto Nacional de Meteorologia alerta para tempestades na Região Sul a partir de quinta-feira (16).
No Chile, a Direção Meteorológica decretou estado de alarme, o nível mais grave, nas regiões Metropolitana, de Coquimbo e de Valparaíso nesta quarta-feira (15). O presidente liderou medidas preventivas, pedindo à população que evite áreas costeiras e zonas montanhosas de risco. O ministro do Interior reforçou o chamado para que as famílias tomem precauções diante dos fenômenos meteorológicos extremos.
A mobilização chilena faz parte do Plano de Inverno 2026 do Ministério de Obras Públicas, que prevê investimento de US$ 468 milhões em ações como limpeza de rios e conservação de vias. Já no Rio Grande do Sul, a formação de uma área de baixa pressão na Argentina deve trazer o retorno das chuvas, com aviso de perigo potencial para municípios do oeste e sul do estado.
O Instituto Nacional de Meteorologia alertou que os altos volumes de chuva podem impactar a agricultura, dificultando operações de manejo e adubação. Na pecuária, o excesso de umidade pode reduzir a qualidade das pastagens e aumentar riscos sanitários. O tempo deve permanecer estável nas demais áreas do Sul, mas com ventos mais fortes.

