A Netflix deve divulgar os resultados do segundo trimestre de 2026 em 16 de julho, e analistas projetam uma alta de 268,21% nas ações da companhia. A meta de preço estabelecida é de US$ 270,75, partindo do valor atual de US$ 73,53, com recomendação de compra baseada em 90% de confiança.
A projeção agressiva considera que o mercado subvalorizou um negócio que continua crescendo a receita em patamares de dezenas de bilhões, enquanto expande suas margens. A empresa registrou receita de US$ 12,25 bilhões no primeiro trimestre de 2026, um aumento de 16,19% em relação ao ano anterior. Além disso, a gestão elevou a previsão de fluxo de caixa livre para 2026 para cerca de US$ 12,5 bilhões, um avanço em relação aos US$ 11 bilhões previstos anteriormente.
A previsão para o ano fiscal de 2026 aponta receita entre US$ 50,7 bilhões e US$ 51,7 bilhões, com margem operacional de 31,5%. O setor de publicidade deve dobrar para cerca de US$ 3 bilhões, impulsionado pelo aumento de 70% no número de anunciantes, que ultrapassa 4.000 clientes. Conteúdos como ‘Narcos’ e ‘Narnia’ sustentam o engajamento dos usuários.
Em comparação com concorrentes, a Netflix apresenta uma margem operacional de 29,5%, superior à margem de 14,6% da Disney. A análise sugere que a tese de alta se fortalece se a empresa atingir a margem operacional guiada de 32,6% no segundo trimestre e reafirmar o dobro da receita de anúncios.

