Um filme gerado inteiramente por inteligência artificial, “Odysseus: The Fall”, tem 135 minutos de duração e se apresenta no mercado cinematográfico. A produção, da startup Fountain 0, visa competir com a expectativa em torno de “A Odisseia” de Christopher Nolan. O diretor Ash Koosha afirmou que o custo da obra foi de “meia casa dos cinco dígitos”.
Ash Koosha, diretor da obra, declarou a veículos de comunicação que a produção tem como objetivo potencializar o sucesso de “A Odisseia” de Nolan. Koosha disse: “Esperamos muito que o filme de Christopher Nolan seja um sucesso de bilheteria, e que nossa versão da jornada de Odisseu possa contribuir para esse sucesso, levando ao cinema quem talvez não fosse assistir ao filme, apenas por curiosidade em comparar a criação humana com a colaboração com IA”.
A sinopse oficial do filme, segundo a imprensa, foca na “memória fraturada de um homem que se afoga em seus minutos finais — uma viagem que é realmente uma provação, onde cada monstro veste sua própria caligrafia”. O diretor comentou que o estilo de produção flexível que a IA permitiu possibilitou o ajuste constante das imagens, conforme descrito por veículos de comunicação.
Em contraste, Christopher Nolan demonstrou ceticismo sobre a tecnologia em entrevistas recentes, elogiando a geração mais jovem por “rejeitar totalmente” o que ele classificou como “lixo de IA”. O filme, que foi montado em três meses, apresenta imagens fotorrealistas, mas com características estéticas típicas de IA, como clichês visuais.

