Um homem acusado de matar a tiro em uma oficina mecânica no Guará, Distrito Federal, vai a júri popular nesta terça-feira. O crime ocorreu em 2025, quando a vítima foi atingida ao bater em um retrovisor de veículo, gerando a reação do acusado.
O acusado, filho do dono da oficina, é alvo do processo. Segundo testemunhas, a vítima saía do estabelecimento quando atingiu o retrovisor de outro carro. Esse fato teria provocado ira no acusado, que teria pegado uma arma e disparado contra a vítima. A vítima foi levada ao hospital, mas não resistiu aos ferimentos.
A defesa alegou, à época, que a conduta do acusado seria esclarecida no devido processo legal. Embora tenha sido preso em flagrante, ele foi liberado na audiência de custódia, dois dias após o ocorrido. O pai da vítima, Jorge Luiz, declarou que o filho era trabalhador e pediu que a justiça punisse o assassino.
A bala atingiu o queixo da vítima, atravessando o pescoço e comprometendo duas artérias. Ele permaneceu 14 dias internado no Hospital de Base e passou por quatro cirurgias antes de falecer. O pai da vítima afirmou que o filho deixava um neto de sete anos.

