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Leitura: Primeira-dama atribui críticas a gastos de viagem a misoginia
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Política

Primeira-dama atribui críticas a gastos de viagem a misoginia

Carla Fernandes
Última atualização: 3 de agosto de 2026 00:40
Carla Fernandes
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Tempo: 1 min.
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A primeira-dama Rosângela da Silva afirmou nesta segunda-feira, 13, que as críticas sobre seus gastos em viagens internacionais são resultado de “misoginia pura”. Ela defendeu a natureza institucional de seu trabalho e a necessidade de deslocamentos executivos por questões de segurança.

A declaração foi feita em entrevista a veículos de comunicação. Segundo levantamento do Poder360, a primeira-dama acumulou 182 dias fora do Brasil até maio, um período 24 dias maior que o do presidente, que esteve 158 dias no exterior no mesmo intervalo.

A primeira-dama explicou que os protocolos da Polícia Federal exigem o deslocamento em classe executiva, alegando que a questão é de segurança. Ela também disse que parte das críticas visa prejudicar o presidente. Rosângela da Silva sustentou que exerce uma função inédita para o cargo, afirmando que “Eu presto contas, tudo meu é público, quando viajo tem briefing”.

Sobre a transparência, ela mencionou que o governo regulamentou internamente suas atribuições há dois anos. Além disso, em abril, o Tribunal de Contas da União arquivou, por unanimidade, os processos que analisavam despesas e deslocamentos da primeira-dama.

TAGGED:gastos_governamentaisLulamisoginiaprimeira-damatransparênciaviagens-internacionais
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