A Tesla enfrenta obstáculos regulatórios nos Estados Unidos que podem comprometer o sucesso de seu Robotaxi. O administrador da NHTSA, Jonathan Morrison, alertou que veículos autônomos que não interagem com segurança com socorristas representam perigo público.
O sistema Full Self-Driving (Supervised) da Tesla opera em muitas estradas americanas sem auxílio do motorista, mas a empresa exige que os condutores mantenham a atenção na via. A companhia testa a tecnologia em locais como Austin, Dallas e Houston, Texas, além de Miami, Flórida, e a Baía de São Francisco, Califórnia, visando expansão nacional e internacional.
Segundo o administrador da NHTSA, um veículo autônomo que não consiga interagir com segurança com socorristas é um risco para a população. Morrison afirmou que há evidências de que carros autônomos não reconhecem cones de segurança, semáforos e, por vezes, fumaça e fogo.
A expectativa de mercado para a tecnologia é alta. Pesquisadores do Goldman Sachs informaram que, atualmente, mais de 1.500 veículos autônomos operam comercialmente em cinco cidades americanas. A projeção é que esse número atinja cerca de 35.000 no país até 2030, gerando 7 bilhões de dólares em receita anual.

