Aliados de Flávio Bolsonaro questionam publicamente a gestão da pré-campanha presidencial, pressionando por mudanças na equipe de comunicação e na coordenação. As críticas se concentram na atuação de Rogério Marinho, coordenador indicado por Jair Bolsonaro, gerando tensões no grupo político.
As divergências internas no bolsonarismo expuseram questionamentos sobre a condução da estratégia eleitoral. Integrantes do PL afirmam que Rogério Marinho concentrou decisões políticas e estratégicas, o que gerou insatisfação em diferentes grupos ligados ao ex-presidente. Críticas ganharam força nas redes sociais, envolvendo influenciadores e aliados históricos.
Um dos ataques veio do ex-secretário de Comunicação da Presidência, Fábio Wajngarten, que declarou que “a campanha de Flávio não existe” e sugeriu uma reformulação completa. Wajngarten indicou Marcello Lopes para coordenação, Duda Lima para comunicação, Walter Longo para planejamento estratégico e Antônio Costa Neto para peças publicitárias.
Apesar das manifestações, interlocutores próximos a Flávio afirmam que não há intenção de mudar a coordenação. Lideranças do PL, como Sóstenes Cavalcante e Carlos Portinho, defenderam a atuação de Marinho. O presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, defende a unidade interna, enquanto a campanha alega que o planejamento gera resultados positivos, citando a melhora nas pesquisas de intenção de voto.

