Goldman Sachs adicionou a Microsoft à sua lista de convicção, mantendo meta de US$ 640 para a ação. A inclusão ocorre após a empresa registrar forte desempenho em resultados fiscais do quarto trimestre, impulsionado pelo crescimento do Azure e do Copilot.
O banco de investimentos manteve o preço-alvo de US$ 640 para a Microsoft, que opera com foco em software empresarial, infraestrutura de nuvem Azure e produtividade via Microsoft 365. A decisão de adicionar a empresa à lista de convicção ocorreu enquanto Broadcom, Johnson & Johnson e ServiceNow foram removidos da lista.
Segundo a análise do Goldman Sachs, a Microsoft possui uma posição ideal à medida que a inteligência artificial migra do treinamento para a aplicação em ambientes corporativos. Os resultados fiscais do quarto trimestre mostraram receita de US$ 90,01 bilhões, superando estimativas, e o Azure cresceu 43%, ultrapassando US$ 100 bilhões em receita anual.
O Microsoft 365 Copilot alcançou 30 milhões de assentos pagos, sinalizando a confiança dos clientes na transformação por IA. Apesar do crescimento, o fluxo de caixa livre anual caiu para US$ 66,99 bilhões. A análise aponta que o caminho para a meta de US$ 640 depende da monetização da IA corporativa.


