A Copa do Mundo Feminina de 2027 pode impulsionar o futebol feminino no Brasil, mas a transformação do esporte depende de investimentos e da mudança de visão do mercado. A autora questiona se o país está preparado para ver o evento como uma oportunidade de mudança estrutural.
A autora observou que, após a final da Copa do Mundo Masculina entre Espanha e Argentina, as emissoras já focavam na próxima edição feminina. Ela expressou preocupação sobre a capacidade do Brasil de transformar o esporte, indo além de um evento passageiro. Segundo a colunista, o futebol feminino ainda ocupa um espaço pequeno na cultura nacional, necessitando de estrutura como campos de treino, campeonatos e incentivo.
A especialista defende que o esporte gera valores como disciplina e superação. Ela argumenta que o sucesso de qualquer modalidade exige investimento antecipado. O futebol feminino, nesse contexto, é visto como uma chance para milhares de meninas encontrarem futuro, para clubes criarem novos modelos de negócio e para marcas estabelecerem conexões autênticas com o público.
A autora conclui que quem enxergar a potência da Copa de 2027 antes dos demais estará construindo um legado. A pergunta que permanece é se o mercado já iniciou movimentos para fazer parte dessa história ou se aguardará o início da competição.

