Os contratos de mini-índice (WINQ26) encerraram a sessão de 06 de agosto em queda de 1,39%, atingindo 175.825 pontos. O índice foi pressionado por fatores domésticos, como a decisão do Copom, e por incertezas internacionais, que levaram o Ibovespa a cair 1,23%.
A queda no mercado brasileiro ocorreu após o Copom reduzir a Selic para 14% ao ano, mas sem definir os próximos passos. No cenário externo, Wall Street recuou devido à possibilidade de aumento de juros nos Estados Unidos e à tensão no Oriente Médio. A pressão vendedora também afetou setores como bancos, varejistas e a Vale.
Em análise técnica, o gráfico de 15 minutos mostrou forte movimento negativo, com o mini-índice abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos. Para a continuidade da baixa, os analistas apontam a necessidade de romper o suporte em 175.550/174.945 pontos. Em contrapartida, a retomada da alta depende da superação da resistência em 176.100/176.550 pontos.
No gráfico diário, o ativo também rompeu para baixo as médias móveis de 9 e 21 períodos, reforçando a necessidade de cautela. A continuidade da baixa dependerá da perda de suportes importantes, como 175.550 e 173.500 pontos, podendo levar o contrato a regiões mais baixas.

