A ministra de Trabalho, Yolanda Díaz, formalizou sua candidatura à direção geral da Organização Internacional do Trabalho (OIT). Ela concorre com o atual diretor geral, Gilbert F. Houngbo, e apresentou um programa de ação focado em direitos laborais mínimos universais.
Díaz registrou sua candidatura junto à do atual diretor geral, Gilbert F. Houngbo, que anunciou em abril que buscará a reeleição. O programa de ação apresentado pela ministra visa ser implementado caso ela seja eleita em novembro.
O plano de Díaz defende a criação de uma carta de direitos laborais mínimos aplicável a todos os países membros da OIT. A proposta busca estabelecer um padrão de proteção trabalhista global.

