A defesa nacional se torna um imperativo existencial para o Brasil diante da crescente agressividade dos Estados Unidos no Hemisfério Ocidental. O autor aponta que a intervenção militar nos países vizinhos evidenciou a necessidade de o país fortalecer suas capacidades militares.
O artigo argumenta que, apesar do histórico de pacifismo do Brasil, o lema romano “Se vis pacem, para belum” deve ser considerado. A urgência da questão foi acionada em 2026 após a intervenção militar dos Estados Unidos na Venezuela, que resultou na substituição do regime local por um protetorado americano.
A motivação para essa postura, segundo o texto, é a determinação dos Estados Unidos em estabelecer hegemonia no Hemisfério Ocidental. Além disso, o Brasil possui vastos recursos estratégicos, como minerais críticos, urânio, petróleo e grande biodiversidade, o que atrai a cobiça do Império.
O autor menciona que o país pode aprender com a guerra assimétrica, citando o sucesso do Irã em confrontar a superpotência com mísseis e drones baratos. Em linha com isso, o presidente Lula declarou que é prioritário fabricar drones em larga escala no território nacional, uma intenção que deve ser colocada em prática.

