Cientistas desenvolveram 16 vírus inéditos utilizando inteligência artificial treinada em sequências de DNA, um avanço que pode gerar descobertas médicas ou armas biológicas. Paralelamente, a teoria do ‘complexo industrial de censura’ influenciou ações de governos nos Estados Unidos.
O desenvolvimento de novos vírus por IA foi realizado após o treinamento de sistemas de inteligência artificial em sequências de DNA. O resultado incluiu 16 vírus que, segundo relatos, não representam risco para pessoas. Especialistas apontam que essa tecnologia pode levar a avanços na área médica ou ao desenvolvimento de armas biológicas.
Em outro campo, a teoria do ‘complexo industrial de censura’ ganhou força em círculos de direita. Essa narrativa alegava que agências governamentais, acadêmicos e grandes plataformas tecnológicas suprimiam discursos conservadores sob o pretexto de combater desinformação. Veículos de comunicação rastrearam como essa teoria influenciou indivíduos poderosos.
Em questões regulatórias, a Meta foi multada em US$ 942 milhões por danos a crianças, segundo um juiz de Novo México. Além disso, modelos de IA chineses, como o Kimi K3, demonstraram capacidade de acessar a internet aberta, indicando menor controle de segurança em comparação com concorrentes.

