O senador Sergio Moro (PL) afirmou, nesta sexta-feira (7), que sua aliança com Valdemar Costa Neto se justifica porque o dirigente partidário “já pagou pelos erros do passado”. Moro também prometeu um “choque de gestão” na Sanepar, visando eliminar apadrinhados políticos da companhia.
Moro declarou que, embora não haja decisão de privatização da Sanepar, o objetivo é implementar um “choque de gestão” para atender o cidadão paranaense. Ele disse que a medida visa “tirar todos aqueles apadrinhados políticos, que geram ineficiência na companhia”. O senador também anunciou a intenção de criar uma agência estadual anticorrupção independente no Paraná, garantindo ampla autonomia às forças de segurança do estado.
Sobre o cenário nacional, Moro concordou com o fim da reeleição para a Presidência, mas não para governador. Ele explicou que, no âmbito estadual, projetos dependem de continuidade, diferentemente do nível nacional. Em relação a investigações, ele comentou o caso do Banco Master, afirmando que o aliado “apresentou as explicações, foi ordenada investigação, vamos aguardar os desdobramentos”.
O político, que tem defendido a agenda anticorrupção, também abordou a educação, defendendo a ampliação do ensino integral. Moro disse que “estuda modelos para restaurar a disciplina e o respeito ao professor dentro de sala de aula”, citando a reclamação sobre agressões morais ou físicas em escolas.


