A Rússia concentrou ataques no ponto fraco da defesa ucraniana, a capacidade limitada de interceptar mísseis balísticos. As forças russas combinam mísseis balísticos com outros armamentos de longo alcance, sobrecarregando a defesa aérea do país.
Os mísseis balísticos representam um grande desafio, pois viajam muito mais rápido que o som, dando aos defensores apenas minutos ou segundos para realizar a destruição. Especialistas apontam que os sistemas Patriot americanos oferecem a maior chance de defesa contra esses projéteis, utilizando mísseis PAC-3 que atingem o alvo por impacto direto.
No entanto, a Ucrânia enfrenta escassez de munição para esses sistemas, visto que cada bateria precisa lidar com mísseis balísticos, drones e mísseis guiados simultaneamente. Analistas militares indicam que Kiev precisa buscar alternativas para limitar a capacidade de lançamento russo.
A Rússia emprega mísseis como Iskander-M e Kinžal, além de sistemas S-300 e S-400, utilizando táticas de ataques combinados. Diante disso, Kiev pressiona aliados ocidentais por mais sistemas Patriot e soluções de longo prazo, enquanto desenvolve defesas próprias e ataca complexos russos antes do lançamento.


