A ex-Miss Carolina do Norte, de 27 anos, contestou a perda do título estadual após a repercussão de supostas postagens racistas em uma rede social. A ex-rainha afirmou que sua saída do concurso ocorreu por suas crenças políticas e religiosas, e não pelas mensagens, enquanto a organização do evento manteve a decisão.
A ex-representante estadual declarou que foi afastada devido ao seu sistema de crenças como mulher cristã conservadora. Ela se descreveu como uma “conservadora orgulhosa” e afirmou acreditar em “uma nação sob a proteção de Deus”. Sobre as publicações questionadas, a ex-Miss não confirmou autoria, dizendo que não deveria ser definida por algo ocorrido no passado.
A organização Miss EUA apresentou versão diferente. O presidente da entidade declarou que não tolera racismo, homofobia ou transfobia. Segundo ele, a decisão não se baseou em um evento isolado, mas sim na “conduta ao longo de um extenso período de tempo”, e que o título representa uma posição de confiança.
A ex-rainha sustenta que a narrativa divulgada sobre o caso é falsa, mas está impedida de detalhar o assunto por uma cláusula de confidencialidade. Um familiar da ex-rainha informou que a família pretende apresentar “a narrativa correta” sobre o episódio.

