A FIFA se manifestou oficialmente neste sábado, defendendo o mandato do presidente Gianni Infantino contra ataques de confederações e da imprensa. A entidade afirmou que qualquer tentativa de troca de liderança deve seguir os processos eleitorais e as regras estabelecidas pela organização mundial de futebol.
A declaração ocorreu após posicionamentos da Confederação Africana de Futebol (CAF) e da CONMEBOL sobre o presidente suíço-italiano. A FIFA comunicou que não apoiará ou tolerará processos eleitorais inconsistentes com os estatutos da entidade. Segundo o comunicado, o presidente foi eleito democraticamente pelas Associações Membro e continua no cargo.
A organização acusou alguns grupos de tentar minar a FIFA e seu presidente por meio de alegações e desinformação. A entidade afirmou que aqueles sem apoio das federações não devem buscar resultados por meio de rumores ou matérias jornalísticas, mas sim pelos processos democráticos.
Além de se defender, a FIFA prometeu reagir a reportagens imprecisas. A entidade declarou que acolhe o escrutínio legítimo, mas que ele não é licença para distorcer fatos. O órgão afirmou que contestará diretamente e com vigor qualquer matéria enganosa.


