Os contratos de minidólar (WDOU26) encerraram a última sessão em queda de 0,19%, atingindo 5.142 pontos. O movimento doméstico foi sustentado pela venda de dólares por exportadores, enquanto tensões no Oriente Médio impulsionaram o dólar no mercado externo.
A queda do minidólar ocorreu apesar da redução da taxa Selic para 14% ao ano pelo Copom. A análise técnica aponta que a divergência entre o mercado brasileiro e o cenário internacional é um vetor de volatilidade para os traders. No gráfico de 15 minutos, o contrato recuou, exigindo confirmação de compra para afastar o risco de queda.
Para que a baixa se prolongue, é necessário que haja volume vendedor rompendo o suporte em 5.130/5.121 pontos. A perda dessa faixa pode levar o contrato a regiões como 5.105/5.087 pontos. Em contrapartida, uma recuperação depende do rompimento da resistência em 5.145/5.166 pontos, visando alvos como 5.181,5/5.187 pontos.
Em uma visão de longo prazo, o ativo permanece em indefinição, negociando entre médias móveis. Para retomar a alta, o minidólar precisa superar a resistência em 5.187/5.255 pontos. A continuidade da baixa, por sua vez, depende da perda do suporte em 5.087/5.016 pontos, podendo conduzir o contrato à região de 4.946/4.910,5 pontos.

