Ter um animal de estimação em 2026 exige planejamento financeiro devido aos custos crescentes com alimentação, vacinas e atendimentos veterinários. Um levantamento aponta que esses gastos podem consumir perto de 8% da renda mensal de algumas famílias brasileiras.
Os custos de manutenção de pets envolvem despesas fixas e variáveis. Entre elas estão ração, consultas, vacinas anuais, vermífugos, banho e tosa, além do enxoval inicial. A médica veterinária Maria Angela Panelli afirmou que “o pet depende de nós o tempo todo”.
O porte do animal influencia diretamente no orçamento. Segundo a economista Natalie Verndl, cães de grande porte podem ultrapassar R$ 1.000 mensais. Ela também alertou que animais idosos e filhotes demandam cuidados específicos, como mais exames preventivos e vacinas.
Os gastos anuais com vacinação e vermífugos variam entre R$ 750 e R$ 1.200. As emergências veterinárias representam uma preocupação financeira, pois podem ultrapassar R$ 5.000. A delegada recomenda que os tutores criem uma reserva financeira, guardando mensalmente entre 10% e 20% do custo do animal.
Além dos custos básicos, existem despesas pontuais como pet sitter, adestramento e hotel para pets. Dados citados pela economista mostram que cerca de 25% dos brasileiros já possuem plano de saúde pet, visto que a prevenção e o acompanhamento regular ajudam a evitar tratamentos caros no futuro.

