As velocistas tchecas se classificaram para o Campeonato Europeu, mas a federação esportiva decidiu não enviá-las à competição. A decisão se deu por um limite de tempo interno de 43,70 segundos, mesmo a equipe estando bem posicionada na classificação europeia.
A equipe de revezamento tcheca completou o revezamento em Banské Bystrica em 43,80 segundos, ficando uma décima de segundo fora do limite estabelecido pela federação. Embora a equipe estivesse classificada entre as melhores em ordem europeia, o regulamento interno impediu a inscrição no evento de Birmingham.
Críticos apontam que a liderança da organização esportiva deve avaliar se o regulamento cumpre seu propósito em cada situação. Argumenta-se que a experiência em grandes competições é crucial para o desenvolvimento dos atletas, e a restrição impede que o time demonstre seu potencial.
A federação recebeu 206,1 milhão de coroas da Agência Nacional de Esportes (NSA) para o ano, o que impõe a responsabilidade de gerir os recursos. No entanto, a decisão de manter o time em casa levanta questionamentos sobre o apoio ao esporte e o futuro das competidoras.


