O programa de governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva cita a palavra soberania 31 vezes em um documento apresentado ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A plataforma aborda a crise diplomática com os Estados Unidos, citando tarifas impostas e defendendo a autonomia do país.
A plataforma de governo afirma que o Brasil deve fazer firme oposição a qualquer tentativa de subordinar o país a interesses estrangeiros. O texto rejeita a aceitação de renúncia à soberania nacional em nome de alinhamentos automáticos, referindo-se a visões contrárias ao governo.
O PT aponta que os tarifaços impostos pelo governo dos Estados Unidos exigiram medidas de proteção, como o Plano Brasil Soberano. Segundo o plano, essas ações preservam o emprego e a renda nacional. O documento também destaca a importância de políticas econômicas sem subordinação estratégica.
Em relação à segurança, o programa defende investimentos em defesa e a criação de um Ministério da Segurança Pública, separando a Polícia Federal da pasta da Justiça. A defesa nacional, segundo o plano, exige Forças Armadas bem equipadas e uma indústria de defesa sólida.

