A Itália e a Dinamarca publicaram um comunicado conjunto rejeitando a “imigração descontrolada” e solicitando a criação de centros de repatriação em países terceiros. A declaração ocorre após a entrada massiva de migrantes em Ceuta, que aconteceu em 30 de julho.
As líderes italianas e dinamarquesas afirmaram que não aceitam a imigração descontrolada na Europa, promovendo uma política migratória rigorosa em seus países e no continente. A Itália havia introduzido controles em aeroportos e portos para viajantes vindos da Espanha após os acontecimentos em Ceuta.
Em resposta à recusa italiana de suspender as medidas, o governo espanhol impôs controles similares para quem chegasse da Itália. Os moradores de Ceuta continuam exigindo uma solução do governo e das autoridades europeias, 11 dias após o fluxo migratório.
Em manifestações, associados religiosos e moradores repetiram a frase “Ceuta não se vende. Ceuta é Espanha”, criticando o “abandono” do executivo governamental.

