A fila de imigrantes em Espanha, que serpenteia em frente a escritórios de Estrangeiros e comissariados, ilustra a evolução da mão de obra no país. Inicialmente composta por homens marroquinos, a fila hoje inclui mulheres latino-americanas mais qualificadas.
No início dos anos noventa, a fila era formada majoritariamente por homens marroquinos. Esses trabalhadores, com pouca ou nenhuma formação, atuaram durante o boom da construção civil espanhola, período em que o país se consolidava após o fim do franquismo.
Atualmente, a composição da fila mudou. Segundo dados do Governo sobre a regularização extraordinária, os novos rostos incluem mulheres latino-americanas com maior qualificação. A fila representa a passagem da informalidade para a luz da regularização.


