Contas de poupança de saúde (HSAs) oferecem acesso a fundos sem impacto fiscal para despesas médicas elegíveis durante a vida do titular. Contudo, um especialista alertou que o ativo se torna desvantajoso para herdeiros que não sejam cônjuges.
A conta HSA permite que o titular retire valores sem imposto federal ao cobrir despesas médicas qualificadas, incluindo prêmios do Medicare B e D. O especialista Jim Saulnier afirmou que essa característica a torna uma conta de liquidez eficiente para o uso pessoal.
Saulnier alertou, contudo, que a HSA é um dos ativos piores para deixar a um beneficiário que não seja cônjuge, sendo pior que IRAs. Ele explicou que, ao falecer, a conta perde seu status fiscal e se torna tributável para o herdeiro. Recibos antigos não são válidos após a transferência.
A estratégia de ‘caixa de sapatos’ funciona para o titular, que paga despesas com recursos próprios e é reembolsado posteriormente. No entanto, essa documentação de anos de pagamentos evapora quando a HSA é herdada por um não-cônjuge. O conselho é utilizar o recurso durante a vida ou deixá-lo ao cônjuge.

