Um gerente de operações de 63 anos, após ser demitido, transformou sua experiência em um negócio de consultoria individual. Ele faturou US$ 60.000, mas descobriu que a Previdência Social considera o lucro líquido do empreendimento, e não o valor total recebido dos clientes, ao aplicar o teste de rendimentos.
O profissional iniciou a consultoria após ser desligado de sua empresa, buscando uma nova fonte de renda. Ele conseguiu faturar US$ 60.000 até o final do ano. Contudo, surgiu a preocupação de que o sucesso pudesse afetar o benefício da Previdência Social. A agência avalia o rendimento após despesas legítimas, e não cada valor pago pelos clientes.
Para quem recebe benefícios antes da idade de aposentadoria integral, o rendimento anual tem um limite. Em 2026, um beneficiário pode ganhar até US$ 24.480 sem que os benefícios sejam retidos. No caso do consultor, se ele faturou US$ 60.000 e teve US$ 22.000 em despesas operacionais, seu lucro líquido foi de aproximadamente US$ 38.000, que é o valor usado no teste de rendimentos.
Caso o lucro ultrapasse o limite, a Previdência Social pode suspender temporariamente os pagamentos. No entanto, ao atingir a idade de aposentadoria integral, o benefício é ajustado para creditar os meses em que houve retenção. Além disso, a renda do novo negócio pode ajudar a recalcular o benefício para um valor maior no futuro.


