Especialistas afirmam que, embora não haja cura, hábitos de vida podem preservar a saúde cerebral e diminuir o risco de desenvolver Alzheimer. As recomendações incluem atividade física regular, dieta equilibrada e controle do estresse, que pode gerar inflamação no cérebro.
A neurocientista Lisa Mosconi orienta que o cuidado cerebral deve começar antes do envelhecimento. Entre as práticas recomendadas estão alimentação rica em alimentos naturais e pobre em açúcares e ultraprocessados, além de sono de qualidade, cessação do tabagismo e moderação no consumo de álcool.
A ciência atual entende que as alterações do Alzheimer podem surgir décadas antes dos sintomas, com estudos apontando que mudanças podem ocorrer por volta dos 50 anos, especialmente em mulheres. Pesquisas indicam que cerca de dois terços dos casos são femininos, e o estrogênio é estudado por seu papel protetor cerebral.
Além dos cuidados físicos, manter a mente ativa é fundamental. Ler, estudar e manter a vida social estimulam o cérebro. Outro avanço promissor são exames de sangue capazes de identificar alterações precocemente, testes já aprovados nos Estados Unidos e com previsão de chegada ao Brasil.

