A Meta lançou um novo modelo de inteligência artificial de código aberto, permitindo que o público baixe os parâmetros da tecnologia. O diretor-executivo da empresa, Mark Zuckerberg, defendeu a redução de barreiras ao acesso, enquanto a companhia apresentava o sistema que pode rodar em computadores pessoais.
Zuckerberg afirmou que a Meta abriria os parâmetros de seu modelo mais recente, além de lançar uma nova classe de modelos de código aberto projetados para rodar em computadores portáteis. O executivo declarou que a distribuição ampla da superinteligência é necessária, e não sua centralização. Ele criticou o foco de outras empresas em criar IA apenas para governos ou instituições, o que, segundo ele, favorece entidades em vez de indivíduos.
O diretor-executivo argumentou que os laboratórios estrangeiros de IA possuem vantagem sobre os americanos, que enfrentam restrições de dados de treinamento. Zuckerberg disse que restringir o acesso a modelos estrangeiros não é solução eficaz. Ele concluiu que o objetivo deve ser fazer com que os modelos americanos de código aberto sejam os melhores do mundo, eliminando obstáculos à concorrência.
A apresentação ocorreu em meio a debates nos Estados Unidos sobre a restrição do acesso à tecnologia e a oposição ao consumo de energia dos centros de dados. Em resposta a essa oposição, a Meta anunciou a criação de um fundo para apoiar diretamente as comunidades vizinhas às suas instalações.


