Autoridades dos Estados Unidos realizaram uma operação sigilosa em junho para retirar o presidente Donald Trump da Turquia. A ação ocorreu devido a uma ameaça considerada concreta vinda do Irã, exigindo que o governo americano ocultasse o verdadeiro meio de transporte do líder.
A operação foi planejada para evitar que informações sobre o deslocamento real do presidente fossem usadas por possíveis adversários. Inicialmente, Trump foi apresentado à imprensa como passageiro de uma aeronave que servia como chamariz. Contudo, segundo um relato de autoridade sênior dos EUA, ele foi discretamente conduzido a um terceiro jato.
O jato utilizado no transporte secreto foi identificado como um C-32A, uma versão militar baseada no Boeing 757. Enquanto isso, a aeronave que os jornalistas acompanhavam seguiu seu trajeto em direção ao Reino Unido. O episódio ocorreu durante a cúpula da OTAN na Turquia.
Steven Cheung, diretor de comunicações da Casa Branca, confirmou o uso de uma estratégia de despiste, afirmando que o presidente é alvo de diferentes ameaças. A decisão de mudar o transporte público indica o grau de preocupação das autoridades americanas, que avaliaram o risco iraniano como suficientemente concreto para justificar a ocultação do trajeto.


