Bolsas europeias fecharam majoritariamente em queda nesta quarta-feira (12), refletindo preocupações sobre o impasse nas negociações para a reabertura do Estreito de Ormuz e os dados de inflação dos EUA.
O FTSE 100, em Londres, caiu 0,10%, a 10.833,15 pontos. Em Frankfurt, o DAX recuou 0,17%, a 26.346,29 pontos. Em Paris, o CAC 40 cedeu 0,46%, a 8.674,94 pontos. Em Milão, o FTSE MIB teve baixa de 0,01%, a 53.698,66 pontos. Em Madri, o Ibex 35 caiu 0,04%, a 20.205,16 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 subiu 0,68%, a 9.273,84 pontos.
A indefinição nas conversas para reabrir Ormuz manteve o petróleo em níveis elevados e o mercado acionário europeu operou com ímpeto reduzido durante todo o pregão.
Na ponta positiva, ações de semicondutores europeias apresentaram alta, após os bons resultados corporativos da provedora de computação em nuvem americana CoreWeave e da empresa de servidores Super Micro Computer. A fabricante holandesa de equipamentos para semicondutores ASML Holding e sua rival ASM International subiram 1,21% e 1,98%, respectivamente. A fabricante alemã de chips Infineon ganhou 0,92%, enquanto a STMicroelectronics avançou 1,41%.
Já o setor de luxo europeu continua altamente polarizado, com algumas empresas dependendo de uma melhoria significativa na China para se recuperarem, enquanto o conflito no Oriente Médio representa desafios.
Em Londres, a Burberry caiu mais de 4%, a Brunello Cucinelli cedeu 2,44% em Milão e a LVMH, proprietária de marcas como Louis Vuitton e Tiffany, recuou 3,11% na bolsa de Paris.


