Julho foi o mês mais quente registrado nos Estados Unidos, com uma média de 76,9°F, segundo a Administração Oceânica e Atmosférica Nacional (NOAA).
A média superou o recorde anterior compartilhado por julho de 1936 e 2012. Todos os estados estavam pelo menos 1 grau acima de suas médias do século XX.
No entanto, cortes orçamentários propostos pelo governo reduziram a capacidade da NOAA de monitorar condições climáticas e produzir previsões precisas.
A Agência Meteorológica Nacional (NWS), que opera sob a NOAA, perdeu cerca de 600 funcionários desde 2025, o que dificulta a resposta a eventos climáticos extremos.
O órgão anunciou que terá que escalar ferramentas usadas para rastrear padrões climáticos devido à falta de recursos.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) vincula altas temperaturas a problemas de saúde graves, como derrame e morte.
Maryland registrou 50 mortes relacionadas ao calor este ano, sendo o pior período de calor em sua história.

