Fernando Haddad afirmou não se lembrar de ter estado no mesmo palco com a traficante Alessandra Moja durante a visita de Lula à Favela do Moinho, em São Paulo, em junho de 2025. O petista também contestou a lembrança do governador de São Paulo sobre o episódio.
A declaração ocorreu após o governador Tarcísio de Freitas mencionar o caso em um debate televisivo. Haddad contestou a existência de imagens do evento, mas registros oficiais foram feitos pelo Canal Gov do governo.
Na ocasião, em 26 de junho, o PT anunciou três mulheres como “lideranças comunitárias” na frente de Lula. Entre essas pessoas estava a traficante, que seria presa posteriormente em uma operação do Gaeco, Polícia Civil e Polícia Militar.
Em outra pauta, o Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJ-MG) teve um juiz, Milton Lívio Lemos Salles, afastado após escândalo de recebimento de valores acima do teto constitucional. O magistrado, que não registrava rendimento líquido mensal dentro do limite, recebeu até R$ 83,5 mil líquidos em julho.
O Supremo Tribunal Federal (STF) deve realizar uma audiência de conciliação na tarde de hoje, dia 13, sobre a situação financeira do Banco de Brasília (BRB), processo conduzido pelo ministro Luiz Fux.


