A organização do Eurovision Song Contest alterou suas regras, impedindo que países envolvidos em conflitos armados sediem o evento. A medida pode impactar nações como Israel e Ucrânia, que tiveram participações recentes na competição.
A entidade responsável pelo festival informou que a emissora vencedora será automaticamente inelegível para sediar se um conflito armado ou situação geopolítica sensível afetar a segurança de seu país. A EBU pode solicitar uma avaliação independente de segurança, caso seja necessário.
A mudança ocorre após cinco países — Espanha, Irlanda, Países Baixos, Eslovênia e Islândia — boicotarem a edição de 2026 em Viena. Esses países alegaram não poder participar ao lado de Israel devido à guerra na Faixa de Gaza.
A Ucrânia sediou o concurso em 2017, apesar dos combates no leste. Contudo, após vencer em 2022, não pôde organizar a edição seguinte devido à invasão em larga escala da Rússia. Liverpool, no Reino Unido, sediou o evento em nome da Ucrânia em 2023.


