Os combates aéreos na frente ucraniana crescem, com ambas as partes usando mais drones. Os ataques atingem infraestrutura essencial e elevam o número de vítimas civis semanalmente, segundo monitoramento de organizações de conflitos.
O monitoramento de conflitos indica um aumento nos incidentes e nas baixas. As ações de ataque se diversificaram, mirando alvos militares e civis. A Ucrânia realiza ataques a alvos russos distantes da linha de frente, aproveitando o aprimoramento de suas tecnologias de drone.
A ofensiva ucraniana passou a atingir regularmente refinarias de petróleo e navios-tanque, além de redes elétricas. Kyiv também intensificou os ataques aéreos para desorganizar o abastecimento militar russo em territórios ocupados no leste ucraniano. Além disso, houve ataques a grandes varejistas russos, como a Wildberries.
A estratégia ucraniana busca pressionar a elite empresarial russa e aproximar o conflito da população comum. A Rússia concentrou sistemas de defesa próximos à fronteira no início da guerra, mas a dispersão dos ataques forçou o país a espalhar sua defesa por um território muito maior.
O número de vítimas civis cresce. Em junho, a Organização das Nações Unidas registrou o maior número de mortes civis na Ucrânia desde o início da invasão em dois mil e vinte e dois. A Rússia informou que contabilizou pelo menos setecentos e noventa e sete civis mortos no ano corrente.


