Dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) indicam que consumidores brasileiros ficaram, em média, 9,3 horas sem energia em 2025. Diante de falhas na rede, a engenharia de sistemas de segurança evolui, implementando arquiteturas de redundância para manter a operação de alarmes.
Projetos recentes de segurança eletrônica buscam eliminar pontos únicos de falha, criando caminhos alternativos de comunicação. Esse conceito é aplicado em alarmes com videomonitoramento, como a solução lançada pela Verisure em julho, que utiliza tripla conectividade: 4G, Wi-Fi e Ethernet.
O sistema alterna automaticamente o canal de comunicação ao identificar instabilidade em uma das redes, sem exigir ação do usuário. Além disso, a autonomia energética garante que os equipamentos continuem operando por meio de bateria interna durante interrupções elétricas.
Rodrigo Monteiro, diretor de Marketing da Verisure, afirmou que a redundância deixou de ser um diferencial para se tornar um requisito de confiabilidade em sistemas críticos. A tecnologia monitora o status da bateria e a qualidade das conexões disponíveis.
Essa lógica de redundância já é usada em setores como telecomunicações e serviços financeiros. Agora, ela se aplica à segurança residencial e empresarial, permitindo que o sistema mantenha contato com a Central de Monitoramento mesmo com queda de energia ou indisponibilidade da internet fixa.


