Um júri em Chicago, nos Estados Unidos, condenou a Boeing a pagar US$ 29 milhões à família de um engenheiro irlandês. A vítima morreu no acidente do voo 302 da Ethiopian Airlines, na Etiópia, em 2019, que teve 157 pessoas a bordo.
A ação civil foi movida por Naoise Connolly Ryan, viúva do engenheiro. O profissional, de 39 anos, atuou em missões em diversos locais, incluindo a Libéria, Afeganistão e Etiópia. Este processo é um dos últimos casos civis contra a fabricante relacionados às duas quedas do modelo 737 MAX.
O advogado de Naoise Connolly Ryan afirmou que sua cliente buscava responsabilização judicial, em vez de aceitar acordos diretos com a Boeing. Em maio, outro júri em Chicago já havia determinado que a fabricante pagasse US$ 49,5 milhões à família de outra vítima do mesmo voo.
A Boeing já havia se desculpado pelos acidentes e reconhecido a participação de um software nas tragédias. A empresa não se manifestou sobre a decisão mais recente do tribunal.


